TSA ADVOCACIA

TSA ADVOCACIA

ARTIGO | DIREITO DA SAÚDE | LEITURA: 12 MINUTOS

FGTS para preservação da fertilidade: é possível pedir judicialmente?

Entenda quando é possível pedir judicialmente a liberação do FGTS para preservação da fertilidade e reprodução assistida.
Evilasio Tenorio
OAB/PE 31.019 · LL.M. em Direito Médico e da Saúde (UNICAP)

Resumo do artigo

É possível discutir judicialmente a liberação do FGTS para custear tratamentos de preservação da fertilidade quando há indicação médica e risco de perda da capacidade reprodutiva, mesmo que a Caixa Econômica Federal geralmente não permita esse saque administrativamente. A legislação do FGTS não prevê expressamente essa possibilidade, mas a interpretação constitucional pode considerar direitos fundamentais como dignidade humana e saúde reprodutiva. Casos como baixa reserva ovariana, idade avançada, endometriose e tratamentos oncológicos podem justificar a necessidade de preservação da fertilidade, desde que bem documentados e com indicação médica clara.

Introdução

É possível discutir judicialmente a liberação do FGTS para preservação da fertilidade quando houver indicação médica, risco de perda ou redução da capacidade reprodutiva, saldo disponível e necessidade de custear o tratamento.

A Caixa Econômica Federal, em regra, não libera administrativamente o FGTS para preservação da fertilidade, congelamento de óvulos, congelamento de espermatozoides ou fertilização in vitro, porque essas situações não estão expressamente previstas na Lei 8.036/90 como hipóteses automáticas de saque.

No entanto, em casos bem documentados, é possível defender que o trabalhador deve poder usar saldo próprio do FGTS para custear tratamento médico ligado à saúde reprodutiva, à dignidade humana e ao planejamento familiar.

A preservação da fertilidade pode ser especialmente relevante em situações de baixa reserva ovariana, idade reprodutiva avançada, endometriose, tratamentos oncológicos, cirurgias, doenças que possam comprometer a fertilidade ou risco de perda da janela reprodutiva.

A tese geral sobre a liberação judicial do FGTS para reprodução assistida foi explicada no artigo FGTS para fertilização in vitro: é possível conseguir a liberação judicial?.

O que é preservação da fertilidade?

Preservação da fertilidade é o conjunto de medidas médicas voltadas a tentar manter a possibilidade reprodutiva futura.

Ela pode envolver congelamento de óvulos, congelamento de embriões, congelamento de espermatozoides, preservação de tecido ovariano ou outras técnicas indicadas por médico especialista.

O objetivo é tentar proteger a chance reprodutiva diante de um risco atual ou previsível.

Esse risco pode decorrer da idade, da baixa reserva ovariana, de doenças, de tratamentos agressivos, de cirurgias ou de outras condições que possam comprometer a fertilidade.

Quando há indicação médica e custo elevado, surge a discussão sobre a possibilidade de usar o FGTS para custear o tratamento.

A preservação da fertilidade é diferente da fertilização in vitro?

Sim.

A preservação da fertilidade pode ser diferente da fertilização in vitro, embora muitas vezes as duas situações estejam relacionadas.

Na fertilização in vitro, o objetivo geralmente é realizar o tratamento para tentar obter a gestação.

Na preservação da fertilidade, o objetivo pode ser guardar óvulos, espermatozoides ou embriões para uso futuro, especialmente quando existe risco de perda da capacidade reprodutiva.

Em alguns casos, a preservação da fertilidade pode envolver etapas semelhantes às da FIV, como estimulação ovariana, coleta de óvulos, fertilização em laboratório e congelamento embrionário.

Por isso, a análise jurídica deve considerar o tratamento indicado, a urgência, o orçamento e a finalidade médica.


Explicação em vídeo

Posso usar o saldo do FGTS para pagar fertilização?

Nesta conversa direta, o Dr. Evilasio Tenorio explica em que situações a Justiça tem autorizado a liberação do saldo do FGTS para custear o tratamento e o que é preciso reunir antes de entrar com o pedido.

Assistir no YouTube

A Caixa libera FGTS para preservação da fertilidade?

Em regra, não.

A Caixa costuma negar administrativamente o saque porque a preservação da fertilidade não está expressamente prevista na legislação do FGTS.

A mesma resistência costuma ocorrer em pedidos de fertilização in vitro.

Isso não significa que a discussão seja impossível.

Significa que, na maioria dos casos, será necessário apresentar ação judicial para demonstrar que o pedido envolve saúde reprodutiva, planejamento familiar e uso de recurso próprio do trabalhador para finalidade médica específica.

O artigo Caixa negou FGTS para fertilização in vitro: o que fazer? explica como a negativa administrativa pode ser usada no processo.

Qual é o fundamento jurídico do pedido?

O fundamento jurídico está na interpretação constitucional da Lei 8.036/90.

A lei do FGTS não prevê expressamente o saque para preservação da fertilidade.

No entanto, é possível defender que, em situações excepcionais, a legislação deve ser interpretada de forma compatível com direitos fundamentais.

Entre esses direitos estão a dignidade da pessoa humana, o direito à saúde, a saúde reprodutiva, a proteção da família e o planejamento familiar.

O pedido não busca saque livre do FGTS.

Busca autorização para uso de saldo próprio, depositado em conta vinculada, para custear tratamento médico indicado e documentado.

Quando a preservação da fertilidade pode justificar o pedido?

A preservação da fertilidade pode justificar o pedido quando houver risco concreto de perda ou redução relevante da capacidade reprodutiva.

Isso pode ocorrer em casos de baixa reserva ovariana, idade reprodutiva avançada, endometriose com impacto ovariano, tratamentos oncológicos, cirurgias pélvicas, doenças autoimunes, tratamentos que possam afetar ovários ou testículos, ou outras condições médicas justificadas.

O ponto central é a prova.

A ação deve demonstrar que o tratamento não é uma escolha genérica ou meramente preventiva sem base médica.

É preciso apresentar relatório médico explicando o risco, a indicação da técnica e a necessidade de realização em prazo adequado.

💬

Precisa de orientacao juridica?

Tire suas duvidas com um advogado especializado e entenda seus direitos antes de qualquer decisao.

Baixa reserva ovariana pode justificar preservação da fertilidade?

Sim.

A baixa reserva ovariana pode justificar a preservação da fertilidade quando houver risco de redução progressiva das chances reprodutivas.

Nesse cenário, o congelamento de óvulos ou embriões pode ser indicado como forma de tentar preservar uma possibilidade futura de gestação.

O artigo Baixa reserva ovariana pode justificar liberação do FGTS para fertilização in vitro? explica como esse diagnóstico pode fortalecer o pedido judicial.

O relatório médico deve explicar os exames, a reserva ovariana, a indicação da preservação e o risco de demora.

Mulher acima de 40 anos pode pedir FGTS para preservação da fertilidade?

Pode haver discussão judicial.

A idade acima de 40 anos pode ser um fator relevante, especialmente quando associada a exames que demonstrem redução da reserva ovariana ou risco de perda de chance reprodutiva.

A idade, isoladamente, não garante a liberação do FGTS.

Mas, quando existe indicação médica clara, a ação pode sustentar que a demora compromete a possibilidade de preservação da fertilidade.

O artigo Mulher acima de 40 anos pode pedir FGTS para fertilização in vitro? explica como a idade pode reforçar a urgência reprodutiva.

Endometriose pode justificar preservação da fertilidade?

Sim.

A endometriose pode justificar preservação da fertilidade quando houver risco de comprometimento ovariano, baixa reserva ovariana, endometrioma, indicação de cirurgia ou impacto relevante na fertilidade.

Nesses casos, o médico pode indicar congelamento de óvulos ou embriões antes de determinados tratamentos ou diante do risco de redução da capacidade reprodutiva.

O artigo Endometriose pode justificar saque do FGTS para fertilização in vitro? explica como a endometriose pode fortalecer pedidos relacionados à reprodução assistida.

O relatório médico deve demonstrar a relação entre a doença, o risco reprodutivo e a técnica indicada.

Tratamento oncológico pode justificar o pedido?

Pode justificar, dependendo do caso.

Alguns tratamentos oncológicos podem comprometer a fertilidade. Por isso, antes de iniciar quimioterapia, radioterapia, cirurgias ou outros tratamentos potencialmente agressivos, pode haver indicação médica de preservação da fertilidade.

Nesses casos, o pedido judicial pode ser especialmente sensível porque o tempo costuma ser decisivo.

A ação deve apresentar relatório médico do especialista responsável, relatório da clínica de reprodução assistida, orçamento, extrato do FGTS e documentação que demonstre a urgência.

O objetivo é demonstrar que a preservação da fertilidade precisa ser realizada antes do tratamento que pode comprometer a capacidade reprodutiva.

Pessoa solteira pode pedir FGTS para preservação da fertilidade?

Pode haver discussão judicial.

Pessoa solteira também pode ter direito ao planejamento familiar e à saúde reprodutiva.

Quando houver indicação médica de preservação da fertilidade, o pedido pode ser apresentado judicialmente, desde que haja documentação adequada.

O artigo Pessoa solteira pode usar FGTS para fertilização in vitro? explica como o planejamento familiar pode ser discutido fora do contexto de casamento ou união estável.

O ponto principal é demonstrar que o pedido está ligado a uma necessidade médica ou reprodutiva concreta.

Casal pode pedir FGTS para preservar fertilidade?

Sim, pode haver discussão judicial.

Casais casados, em união estável ou homoafetivos podem buscar preservação da fertilidade quando o tratamento estiver ligado ao planejamento familiar comum.

O pedido pode envolver o FGTS de uma das pessoas do casal ou, em tese, de ambas, conforme saldo disponível, orçamento e estratégia jurídica.

O artigo FGTS do marido pode ser usado para fertilização in vitro da esposa? explica como o vínculo familiar pode fortalecer o pedido quando o tratamento envolve o casal.

Também há discussão específica para casal homoafetivo que busca liberação do FGTS para fertilização in vitro.

É possível pedir liminar?

Sim.

Pode ser possível pedir liminar quando houver urgência e risco de prejuízo pela demora.

Na preservação da fertilidade, a urgência pode estar ligada à baixa reserva ovariana, idade avançada, início iminente de tratamento oncológico, cirurgia programada, endometriose grave ou risco de perda da janela reprodutiva.

A liminar exige demonstração de probabilidade do direito e risco de dano.

O artigo É possível conseguir liminar para liberar FGTS para fertilização in vitro? explica como funciona esse tipo de pedido urgente.

Em ações de preservação da fertilidade, o relatório médico deve deixar claro por que a demora pode tornar o tratamento ineficaz ou reduzir significativamente sua utilidade.

Quais documentos são necessários?

Os documentos mais importantes são laudo médico, relatório da clínica de reprodução assistida, exames, orçamento formal, extrato atualizado do FGTS, documentos pessoais e negativa da Caixa, se houver.

O laudo médico deve explicar o risco de perda ou redução da fertilidade.

O relatório da clínica deve explicar a técnica indicada, as etapas do tratamento e o custo.

Os exames devem confirmar a condição reprodutiva ou o risco médico, quando aplicável.

O orçamento deve demonstrar o valor necessário.

O extrato do FGTS deve comprovar saldo disponível.

O artigo Quais documentos são necessários para liberar FGTS para fertilização in vitro? explica a documentação essencial para pedidos relacionados à reprodução assistida.

O relatório médico precisa falar em urgência?

Sim, especialmente quando houver pedido liminar.

O relatório médico deve explicar a condição do paciente, o risco à fertilidade, a técnica indicada e o prazo necessário para realizar o tratamento.

Em caso de baixa reserva ovariana, deve explicar a redução da reserva e o risco do tempo.

Em caso de tratamento oncológico, deve explicar se o tratamento pode comprometer a fertilidade e se há necessidade de preservar antes do início da terapia.

Em caso de endometriose, deve explicar o impacto da doença ou de eventual cirurgia na fertilidade.

Um relatório genérico pode enfraquecer o pedido.

O orçamento deve incluir quais custos?

O orçamento deve indicar os custos diretamente relacionados à preservação da fertilidade.

Pode incluir consultas, exames, estimulação ovariana, coleta de óvulos, coleta de sêmen, fertilização em laboratório, congelamento, taxas laboratoriais, armazenamento inicial e outras despesas vinculadas ao tratamento.

Também é importante separar o que faz parte do procedimento principal e o que são despesas futuras ou recorrentes.

A ação deve pedir a liberação do valor necessário, conforme orçamento e saldo disponível.

O FGTS pode ser usado para congelamento de óvulos?

Pode haver discussão judicial.

O congelamento de óvulos pode ser indicado em situações de risco reprodutivo, baixa reserva ovariana, idade avançada, endometriose, tratamento oncológico ou outras condições médicas.

A liberação não é automática.

É necessário demonstrar que o congelamento tem indicação médica e que a demora pode comprometer a chance de preservação.

O pedido deve ser bem delimitado e acompanhado de orçamento formal.

O FGTS pode ser usado para congelamento de embriões?

Pode haver discussão judicial.

O congelamento de embriões pode estar relacionado à fertilização in vitro e à preservação da fertilidade do casal ou da pessoa em tratamento.

A ação deve demonstrar a indicação médica, o custo, o saldo disponível e a finalidade específica.

Quando o congelamento de embriões integra o tratamento de FIV, o pedido pode ser apresentado como parte do tratamento de reprodução assistida.

A documentação deve deixar isso claro.

O FGTS pode ser usado para congelamento de espermatozoides?

Pode haver discussão judicial.

O congelamento de espermatozoides pode ser indicado antes de tratamentos oncológicos, cirurgias, tratamentos médicos que possam comprometer a fertilidade ou outras situações justificadas.

O pedido deve demonstrar indicação médica, risco de perda da fertilidade, orçamento e saldo disponível no FGTS.

Assim como nos demais casos, a liberação dependerá da análise judicial.

A Justiça sempre autoriza?

Não.

A Justiça não autoriza automaticamente o uso do FGTS para preservação da fertilidade.

O resultado depende da prova médica, da urgência, da fundamentação jurídica, do orçamento, do saldo disponível e do entendimento do juiz.

O pedido pode ser negado se o juiz entender que a legislação do FGTS deve ser aplicada de forma restritiva ou se a documentação não demonstrar necessidade concreta.

Por isso, a ação deve ser técnica e bem documentada.

O que pode prejudicar o pedido?

Pode prejudicar o pedido a ausência de indicação médica clara, relatório genérico, falta de exames, orçamento incompleto, ausência de extrato atualizado do FGTS e pedido de valor sem relação com o tratamento.

Também pode enfraquecer a ação apresentar a preservação da fertilidade como mera conveniência, sem demonstrar risco reprodutivo concreto.

O pedido deve ser construído como uma demanda de saúde reprodutiva e planejamento familiar.

O que aumenta as chances da ação?

A ação tende a ficar mais consistente quando apresenta relatório médico detalhado, exames compatíveis, relatório da clínica, orçamento formal, extrato atualizado do FGTS, negativa da Caixa e demonstração de urgência, quando houver.

Também ajuda quando o pedido é limitado ao valor necessário ao tratamento.

A fundamentação jurídica deve conectar saúde reprodutiva, dignidade humana, planejamento familiar, proteção da família e finalidade social do FGTS.

O artigo O que a Justiça tem decidido sobre FGTS para fertilização in vitro? explica fundamentos usados em decisões favoráveis sobre reprodução assistida e FGTS.

Conclusão

É possível discutir judicialmente a liberação do FGTS para preservação da fertilidade quando houver indicação médica, risco de perda ou redução da capacidade reprodutiva, saldo disponível e necessidade comprovada.

A liberação não é automática.

A ação precisa demonstrar que o tratamento está ligado à saúde reprodutiva, à dignidade da pessoa humana e ao planejamento familiar.

Casos de baixa reserva ovariana, idade reprodutiva avançada, endometriose, tratamentos oncológicos, cirurgias ou risco de perda da janela reprodutiva podem fortalecer o pedido.

Para isso, é importante reunir laudo médico, relatório da clínica, exames, orçamento, extrato atualizado do FGTS e negativa da Caixa, quando houver.


Perguntas frequentes

FGTS para preservação da fertilidade

É possível pedir FGTS para preservação da fertilidade?

Sim, essa possibilidade pode ser discutida judicialmente quando houver indicação médica, risco de perda ou redução da fertilidade, saldo disponível e necessidade comprovada.

A Caixa libera administrativamente o FGTS para preservação da fertilidade?

Em regra, não. A Caixa costuma negar porque preservação da fertilidade e fertilização in vitro não estão expressamente previstas na Lei 8.036/90 como hipóteses automáticas de saque.

O FGTS pode ser usado para congelamento de óvulos?

Pode haver discussão judicial quando o congelamento de óvulos tiver indicação médica, orçamento formal, saldo disponível e risco reprodutivo comprovado.

O FGTS pode ser usado para congelamento de embriões?

Pode haver discussão judicial, especialmente quando o congelamento de embriões integra tratamento de fertilização in vitro ou preservação da fertilidade indicada por médico.

O FGTS pode ser usado para congelamento de espermatozoides?

Pode haver discussão judicial quando houver indicação médica, risco de comprometimento da fertilidade e necessidade de preservação antes de tratamento ou cirurgia.

Baixa reserva ovariana pode justificar o pedido?

Sim. A baixa reserva ovariana pode demonstrar risco de redução das chances reprodutivas e fortalecer o pedido judicial.

Tratamento oncológico pode justificar preservação da fertilidade?

Pode justificar, especialmente quando quimioterapia, radioterapia, cirurgia ou outro tratamento puder comprometer a fertilidade.

Pessoa solteira pode pedir FGTS para preservação da fertilidade?

Pode haver discussão judicial, desde que haja indicação médica ou técnica, necessidade comprovada, orçamento e saldo disponível.

É possível pedir liminar?

Sim. Quando houver urgência e risco de prejuízo pela demora, pode ser possível pedir liminar para tentar liberar o FGTS antes do fim do processo.

Quais documentos são importantes?

São importantes laudo médico, relatório da clínica de reprodução assistida, exames, orçamento formal, extrato atualizado do FGTS, documentos pessoais e negativa da Caixa, se houver.

A Justiça sempre autoriza?

Não. A liberação depende da análise do caso concreto, da documentação, da fundamentação jurídica, da urgência e do entendimento do juiz.

O que pode prejudicar o pedido?

Pode prejudicar a ausência de indicação médica clara, relatório genérico, orçamento incompleto, falta de extrato do FGTS ou pedido sem relação direta com o tratamento.

Este conteúdo tem finalidade exclusivamente informativa e educacional e não substitui a análise jurídica individualizada. A leitura do artigo não configura consultoria jurídica nem estabelece relação advogado-cliente. Cada caso possui particularidades próprias que exigem uma análise individualizada a ser realizada por advogado de sua confiança.

DÚVIDAS SOBRE O SEU CASO? FALE COM UM ESPECIALISTA

Evilasio Tenorio

Advogado líder · TSA Advocacia

Evilasio Tenorio é advogado inscrito na OAB/PE 31.019, fundador do TSA | Tenorio da Silva Advocacia, com mais de 15 anos de atuação. Atua de forma especializada em Direito da Saúde, Direito Médico, Direito Civil e Direitos da Pessoa com Deficiência, com formação complementar em Planos de Saúde. Representa pacientes em ações contra planos de saúde e contra o SUS para acesso a medicamentos de alto custo, cirurgias, exames, home care, terapias para autismo, tratamentos oncológicos e demais procedimentos negados. Também atua na defesa de médicos, clínicas e profissionais da saúde. É coautor de livros jurídicos publicados pela Editora Foco, membro da Comissão de Direito e Saúde da OAB/PE e do Instituto Miguel Kfouri Neto. Atende clientes presencialmente em Recife/PE e em todo o Brasil pela internet.

INFORMATIVO TSA

Informação jurídica clara, direto no seu e-mail.

Receba mensalmente artigos, orientações e conteúdos relevantes preparados pelo TSA Advocacia.

TSA | Tenorio da Silva Advocacia — Direito da Saúde, Direito Médico e Direito Previdenciário

O TSA | Tenorio da Silva Advocacia é um escritório especializado em Direito da Saúde e Direito Médico, com sede em Recife e atendimento em todo o Brasil. Atua em ações contra planos de saúde e o SUS nos casos de negativa de cobertura, medicamentos de alto custo, cirurgia robótica, quimioterapia, home care, autismo e doenças raras.

O escritório é fundado e liderado pelo advogado Evilasio Tenorio, inscrito na OAB/PE sob o número 31.019. Possui LL.M. em Direito Médico e da Saúde pela Unicap, especializações pela FMP e pelo CBI of Miami, e é membro da Comissão de Direito e Saúde da OAB/PE, da AASP, da ABA e do Instituto Miguel Kfouri Neto (IKMN).

O atendimento inicial é realizado presencialmente, por videoconferência ou WhatsApp, sem necessidade de deslocamento. Pacientes em Pernambuco, no Nordeste e em todo o Brasil podem iniciar o processo de forma simples e rápida, com análise da sua situação e da documentação médica já na primeira conversa.

Recife

Rua Dr. Raul Lafayette, 191, Sala 707, Boa Viagem

Contatos

contato@tsa.adv.br
(81) 4042.3662

Todos os Direitos Reservados | Tenorio da Silva Advocacia | OAB/PE nº 4.337 | CNPJ nº 46.069.706/0001-00
Página institucional mantida em observância ao Código de Ética da OAB  | Política de Privacidade/LGPD e Cookies | Código de Ética | Golpe do Falso Advogado
Este site foi projetado para ser acessível e utilizável por pessoas com e sem deficiência
Por favor, entre em contato conosco caso encontre algum problema de acessibilidade ou usabilidade | Soli Deo gloria