Advogado especialista em ações contra o SUS | Negativa de tratamento, medicamento ou cirurgia | TSA
Direito da Saúde · SUS

Advogado especialista em Ações contra o SUS

A saúde é direito de todos e dever do Estado (art. 196 da Constituição). O SUS não pode recusar tratamento, medicamento ou cirurgia prescrita por médico habilitado, ainda que o item não esteja padronizado no protocolo clínico vigente.

A negativa, expressa ou tácita, pode ser questionada judicialmente. Em casos urgentes, a liminar obriga o poder público a fornecer o tratamento antes do julgamento final, sob pena de multa diária e bloqueio de verbas.

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Constituição Federal

Artigo 196

A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas que assegurem acesso universal e igualitário.

Lei 8.080/1990

Atenção integral

A assistência pública deve considerar prevenção, diagnóstico, tratamento e continuidade do cuidado necessário ao paciente.

Responsabilidade pública

Ente competente

União, Estado e Município dividem responsabilidades. A política aplicável ajuda a definir quem deve fornecer o tratamento.

Pedido judicial urgente

Liminar

Quando o direito e o risco clínico da espera estão documentados, o juiz pode determinar o fornecimento antes da sentença.

Entenda o mecanismo jurídico

O que é a ação contra o SUS e quando ela cabe?

É uma ação judicial movida contra o poder público — União, Estado ou Município — para obrigar o SUS a fornecer tratamento, medicamento, cirurgia ou exame prescrito por médico habilitado e negado administrativa ou tacitamente.

O fundamento é constitucional: o art. 196 da Constituição Federal estabelece que a saúde é direito de todos e dever do Estado. Quando o SUS nega o fornecimento de tratamento comprovadamente eficaz e prescrito por médico, essa omissão é ilegal e passível de correção judicial.

Em casos urgentes, o advogado pode pedir uma liminar — decisão judicial provisória que obriga o SUS a fornecer o tratamento antes do julgamento final. O descumprimento gera multa diária e pode resultar em bloqueio de verbas públicas para cumprimento da ordem.

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Situações mais comuns

Negativas do SUS que podem ser revertidas judicialmente

O SUS utiliza argumentos administrativos padronizados para negar tratamentos. A maioria não resiste ao controle judicial. Veja os casos mais frequentes.

Medicamento não padronizado

O SUS alega que o medicamento não está na RENAME ou no protocolo clínico do Ministério da Saúde. A Justiça tem reconhecido a obrigação de fornecimento quando há prescrição médica fundamentada e ausência de substituto terapêutico eficaz.

“O medicamento não está na nossa lista”

Cirurgia ou internação negada

O SUS nega ou posterga indefinidamente a realização de cirurgias e internações indicadas pelo médico. Quando há risco de agravamento ou comprometimento da vida, a liminar pode ser obtida com urgência.

“Não há vaga disponível no momento”

Tratamento para doença rara

Pacientes com doenças raras frequentemente enfrentam a ausência de tratamento padronizado no SUS. A Justiça tem obrigado o fornecimento quando há comprovação diagnóstica e indicação médica de necessidade.

“Não temos protocolo para essa doença”

Demora no início do tratamento oncológico

A Lei 12.732/2012 determina o início do tratamento oncológico em até 60 dias após o diagnóstico. O descumprimento desse prazo é ilegal e pode ser questionado judicialmente com pedido de liminar.

“O paciente está na fila de espera”

Terapias para autismo e doenças neurológicas

O SUS frequentemente limita ou nega terapias multidisciplinares para pacientes com TEA, paralisia cerebral e outras condições neurológicas. A Lei 12.764/2012 garante atenção integral ao autista pelo poder público.

“Não oferecemos esse tipo de terapia”

Exame diagnóstico negado ou postergado

Exames de imagem, biópsia, PET-CT e outros diagnósticos avançados são frequentemente negados ou agendados com meses de espera. Quando há urgência médica, é possível obter liminar para realização imediata.

“O exame não está disponível no sistema”

Passo a passo

Como funciona a ação judicial contra o SUS?

O processo é conduzido integralmente pelo advogado. O cliente precisa reunir os documentos e acompanhar as etapas. Entenda como funciona cada uma delas.

  1. Avaliação do caso

    O advogado analisa o laudo médico, a negativa do SUS ou o histórico de omissão e o quadro clínico do paciente para verificar a viabilidade jurídica, o polo passivo correto — União, Estado ou Município — e a estratégia mais adequada para o pedido de liminar.

  2. Reunião de documentos

    São necessários: laudo médico detalhado com diagnóstico e justificativa do tratamento; negativa por escrito do SUS ou protocolo de solicitação; receita médica atualizada; orçamento do medicamento ou procedimento, quando aplicável; documentos pessoais do paciente.

  3. Definição do polo passivo

    A ação pode ser movida contra a União, o Estado ou o Município, ou contra todos em litisconsórcio, a depender de quem tem a obrigação de fornecer o tratamento conforme a política pública aplicável. Essa definição impacta o juízo competente e a velocidade da decisão.

  4. Ajuizamento com pedido de liminar

    A petição é protocolada com pedido de decisão liminar para obrigar o SUS a fornecer o tratamento antes do julgamento final. Em casos de risco à vida ou agravamento iminente, o argumento de urgência é reforçado com dados clínicos e precedentes judiciais.

  5. Decisão judicial

    O juiz analisa o pedido e pode conceder a liminar em horas ou dias, a depender da urgência demonstrada. Deferida a liminar, o ente público é intimado a fornecer o tratamento dentro do prazo fixado pelo juízo, sob pena de multa diária.

  6. Cumprimento e monitoramento

    O advogado monitora o cumprimento da decisão e adota as providências imediatas em caso de descumprimento, incluindo pedido de multa, bloqueio de verbas públicas via SISBAJUD e comunicação à autoridade responsável pelo órgão de saúde.

Seus direitos

O que fazer quando o SUS nega o tratamento?

O Estado não pode alegar falta de recursos para negar tratamento

A tese da “reserva do possível” — argumento de que o Estado não tem recursos suficientes para custear determinado tratamento — não prevalece quando está em jogo o mínimo existencial do paciente, especialmente o direito à vida e à saúde.

O STF consolidou que o direito à saúde tem aplicabilidade imediata e não pode ser esvaziado por argumentos orçamentários genéricos. Quando há prescrição médica e comprovação de necessidade, o Estado é obrigado a fornecer o tratamento.

O descumprimento da ordem judicial pelo ente público sujeita o gestor responsável a multa pessoal e pode resultar em bloqueio de verbas públicas para cumprimento imediato da decisão.

O que fazer ao receber a negativa do SUS

Cada passo abaixo é importante para fortalecer a ação judicial.

  1. Exija a negativa por escrito, com o motivo detalhado e o número de protocolo do atendimento
  2. Solicite ao médico laudo completo com diagnóstico, CID, justificativa clínica e urgência do tratamento
  3. Obtenha orçamento do medicamento ou procedimento negado em farmácia ou clínica especializada
  4. Guarde todos os comprovantes de atendimento, solicitações e protocolos do SUS
  5. Procure um advogado de sua confiança, especialista em Direito da Saúde, para avaliação do caso e ingresso imediato com pedido de liminar

Como atuamos

Áreas de atuação contra o SUS

O TSA atua nas principais frentes de omissão do poder público na área da saúde, com foco em decisões rápidas e acesso imediato ao tratamento necessário.

Medicamentos de alto custo

Ações para obrigar o SUS a fornecer medicamentos não padronizados na RENAME ou em protocolos clínicos, quando prescritos por médico habilitado e sem substituto terapêutico eficaz disponível.

Cirurgias e internações

Processos para obrigar o SUS a realizar cirurgias e internações negadas ou postergadas indevidamente, especialmente quando há risco de agravamento da doença ou comprometimento da vida.

Tratamento oncológico

Ações para garantir o início do tratamento oncológico dentro do prazo da Lei 12.732/2012, incluindo quimioterapia, radioterapia, imunoterapia e medicamentos oncológicos negados pelo SUS.

Doenças raras

Processos para garantir o fornecimento de medicamentos e tratamentos para doenças raras não contemplados nos protocolos do SUS, com base na comprovação diagnóstica e na indicação médica de necessidade.

Autismo e doenças neurológicas

Ações para garantir terapias multidisciplinares a pacientes com TEA, paralisia cerebral e outras condições neurológicas, com base na Lei 12.764/2012 e no direito à atenção integral pelo poder público.

Exames diagnósticos urgentes

Ações para garantir a realização imediata de exames de imagem, biópsia, PET-CT e outros diagnósticos avançados negados ou agendados com prazo incompatível com a urgência clínica do paciente.

Veja também todos os temas de Direito da Saúde em que o escritório atua.

Nossa reputação

O que dizem os nossos clientes

Nota 5,0 e + 150 avaliações no Google.

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iolanda pereira
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Recebi excelente atendimento, agilidade no encaminhamento da ação , prontidão da equipe em responder aos meus questionamentos e pedidos. Obrigada ao Dr. Evilásio Tenório. Parabéns pelo trabalho. Iolanda Barbosa
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Thiago Figueiredo
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Excelente profissional!. Sempre demonstrou conhecimento, transparência e comprometimento em todas as etapas do meu caso. Tirou todas as minhas dúvidas com paciência e me passou muita segurança durante todo o processo. Recomendo de olhos fechados para quem procura um advogado competente, atencioso e realmente comprometido com seus clientes.
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Luiza Moura
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Profissional excepcional, extremamente competente e dedicado. Fui atendida com total clareza, agilidade e empatia em um momento delicado em que precisei buscar meus direitos na justiça. O resultado positivo e a rapidez na condução do meu caso mostram o quanto ele domina a área e se importa com seus clientes. Recomendo de olhos fechados!
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Taynara Perin
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Atendimento excelente e de total confiança, indico para todos sem dúvidas
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Hudson Wallace
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Excelente atendimento do início ao fim. A equipe demonstrou muita agilidade, transmitiu confiança em cada etapa e prestou um suporte impecável durante todo o processo. Sempre estiveram disponíveis para esclarecer dúvidas e conduzir tudo com profissionalismo. Recomendo com total tranquilidade!
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Edson Martins
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Sou extremamente grato pelo trabalho deste escritório. Fiz um grande e custoso percurso até conseguir encontrar estes profissionais bastante qualificados não apenas em termos de conhecimento tecnico, mas, principalmente, com habilidade humana de acolhimento, capacidade de ouvir e compreender minha situações específica, uma vez que envolve uma doença rara. CHARCOT MARIE TOOTH (CMT 1A) é uma doença rara e por isso muito complexa. Por ser rara as pessoas não conhecem e por não conhecerem a ignoram totalmente como se ela não existisse. É muito frequente ouvir relatos de pacientes que não encontram acolhimento dentro de sua própria família, sofrendo muitas vezes, total abandono sem saber a quem recorrer. Muito obrigado
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Ediene Tablet
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O Dr. Evilasio nos ajudou no caso da obtenção de um tratamento oncológico urgente. Rapidamente nos atendeu e ingressamos com a acao, e com poucos dias tivemos acesso ao tratamento. Somos gratos pela prestatividade e competencia e seriedade demonstradas.
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Ana Camerino
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O TSA | Tenorio da Silva Advocacia conta com excelentes profissionais que atuam com muita seriedade, competência, habilidade, dedicação e responsabilidade, atendendo minhas expectativas com excelência e agilidade, obtendo o sucesso esperado com a urgência tão necessária ao caso em questão!
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Gizelle Santana
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Extremamente satisfeita com toda atenção e cuidado com o caso do meu filho! Só tenho a agradecer por tudo!

Quem vai cuidar do seu caso

TSA | Tenorio da Silva Advocacia: especialista em ações contra o SUS

O TSA | Tenorio da Silva Advocacia é um escritório de advocacia dedicado ao Direito da Saúde e ao Direito Médico, com sede em Recife (PE) e atuação em todo o Brasil, de forma presencial e 100% digital. A banca representa pacientes do Sistema Único de Saúde em ações contra a União, os Estados e os Municípios para obter medicamentos de alto custo, tratamentos oncológicos, cirurgias, terapias continuadas e exames negados ou postergados pelo poder público.

O escritório é liderado pelo advogado Evilasio Tenorio (OAB/PE 31.019), com LL.M. em Direito Médico e da Saúde pela Universidade Católica de Pernambuco (UNICAP) e membro da Comissão de Direito da Saúde da OAB/PE. É ele quem conduz pessoalmente a análise de cada caso, define o polo passivo e a tese aplicável e acompanha o processo do pedido de liminar até o efetivo fornecimento do tratamento.

As ações contra o SUS integram a frente de judicialização da saúde pública do escritório, com foco em liminares urgentes para medicamentos de alto custo, tratamentos oncológicos, doenças raras, cirurgias e terapias negadas pelo poder público. A nota 5,0 e as + 150 avaliações no Google refletem o padrão de atendimento: contato direto com o advogado responsável e informação clara em cada etapa do processo.

Formação

LL.M. em Direito Médico e da Saúde (Unicap), graduação em Direito (Uninassau) e especializações pela FMP, CERS e CBI of Miami.

Publicações

Coautor dos livros "Prática em Ações de Direito da Saúde, Vol. II" e "Direito e Saúde em Debate" (Editora Foco).

Filiações

Comissão de Direito e Saúde da OAB/PE, AASP e Instituto Miguel Kfouri Neto.

Atendimento

Recife (PE), com atendimento em todo o Brasil, presencial e online.

Evilasio Tenorio, advogado especialista em Direito da Saúde, OAB/PE 31.019

Evilasio Tenorio

OAB/PE 31.019

”Nenhuma família deveria descobrir que o tratamento existe, tem indicação médica e ainda assim não chega. Quando o SUS não entrega, quem espera é o paciente. Nosso trabalho é encurtar essa espera pela via judicial.”

Por que contratar um advogado

Por que contar com um advogado especialista em ações contra o SUS?

A ação contra o SUS envolve direito constitucional, políticas públicas de saúde e estratégia processual específica. Erros na definição do polo passivo, na documentação ou na fundamentação podem atrasar a liminar por semanas.

Domínio da legislação e da jurisprudência do SUS

O advogado especialista conhece os protocolos clínicos do Ministério da Saúde, a RENAME, as resoluções da CONITEC e os precedentes do STF e do STJ sobre judicialização da saúde pública. Esse conhecimento define a diferença entre um pedido deferido e um indeferido.

Definição correta do polo passivo

Acionar o ente errado — União, Estado ou Município — pode resultar em extinção do processo por ilegitimidade passiva ou em atraso significativo na obtenção da liminar. O advogado define o polo correto com base na distribuição constitucional das competências em saúde pública.

Documentação orientada para o juízo

O advogado orienta quais documentos reunir, como complementar o laudo médico com os dados clínicos que os juízes costumam exigir e como demonstrar a ausência de substituto terapêutico disponível na rede pública.

Monitoramento do cumprimento da decisão

Obtida a liminar, o ente público tem prazo para cumprir. O advogado monitora esse prazo e adota as providências imediatas em caso de descumprimento, incluindo pedido de multa, bloqueio de verbas públicas via SISBAJUD e comunicação à autoridade responsável.

Atuação em todo o Brasil

O processo pode ser conduzido integralmente de forma online, independentemente do estado em que o cliente esteja. O TSA tem estrutura para acompanhamento remoto de todas as fases, com comunicação direta e ágil.

Suporte em todas as fases do processo

Da avaliação inicial ao julgamento final, o cliente é acompanhado em cada etapa, com orientação clara sobre prazos, documentos e andamento. O objetivo é garantir o acesso ao tratamento com o menor tempo possível de espera.

Conteúdo do escritório

Artigos sobre ações contra o SUS

Dúvidas frequentes

Perguntas frequentes sobre ações contra o SUS

O SUS é obrigado a fornecer qualquer medicamento prescrito pelo médico?

Não de forma absoluta, mas a Justiça tem reconhecido a obrigação quando há prescrição médica fundamentada, comprovação de necessidade clínica e ausência de substituto terapêutico eficaz disponível na rede pública. A padronização na RENAME não é o único critério válido para o fornecimento.

O Estado pode alegar falta de dinheiro para não fornecer o tratamento?

Não quando está em jogo o mínimo existencial do paciente. O STF consolidou que a tese da reserva do possível não prevalece diante do direito fundamental à vida e à saúde. Havendo prescrição médica e comprovação de necessidade, o argumento orçamentário genérico não afasta a obrigação do Estado.

Quem é o réu na ação: União, Estado ou Município?

Depende do tratamento e da política pública aplicável. Em regra, a ação pode ser movida contra qualquer dos entes federativos, de forma isolada ou em conjunto. O advogado define o polo passivo com base na distribuição constitucional das competências em saúde pública, o que impacta o juízo competente e a agilidade da decisão.

Quanto tempo leva para obter uma decisão judicial contra o SUS?

Em casos com urgência médica bem fundamentada, liminares têm sido concedidas em horas ou dias. O prazo varia conforme o juízo, a urgência demonstrada na petição e a complexidade do caso. Sem urgência, o prazo acompanha a pauta do juízo competente.

O SUS pode descumprir a decisão judicial?

Não sem consequências. O descumprimento da liminar ou da sentença sujeita o ente público a multa diária e pode resultar em bloqueio de verbas públicas via SISBAJUD para cumprimento imediato da ordem. O gestor responsável pelo órgão de saúde também pode responder pessoalmente.

A ação contra o SUS funciona para medicamentos de doenças raras?

Sim. A Justiça tem reconhecido o direito ao fornecimento de medicamentos para doenças raras mesmo sem protocolo clínico estabelecido no SUS, desde que haja diagnóstico comprovado, prescrição médica fundamentada e ausência de alternativa terapêutica equivalente disponível gratuitamente.

Preciso ter a negativa por escrito para entrar com a ação?

A negativa por escrito fortalece a ação, mas a negativa tácita — quando o SUS não responde ou não fornece o tratamento em prazo razoável — também configura omissão ilegal e pode fundamentar o pedido judicial. O advogado orientará sobre as provas disponíveis em cada caso.

O atendimento é presencial ou pode ser feito online?

O atendimento é 100% online para clientes de todo o Brasil. A documentação é enviada digitalmente e o acompanhamento do processo é feito de forma remota. O TSA tem sede em Recife e atende clientes em todos os estados.

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Atendimento presencial em Recife, no bairro de Boa Viagem, e online para você, esteja onde estiver, no Brasil ou no exterior. A primeira conversa é sem compromisso.

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