TSA ADVOCACIA

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Advogado especialista em Ações contra o SUS

A saúde é um direito de todos e um dever do Estado, garantido pelo art. 196 da Constituição Federal. O SUS não pode recusar o fornecimento de tratamento, medicamento ou cirurgia prescrita por médico habilitado, ainda que o item não esteja padronizado no protocolo clínico vigente.

A negativa, expressa ou tácita, pode ser questionada judicialmente. Em casos urgentes, é possível obter uma liminar que obriga o SUS a fornecer o tratamento antes mesmo do julgamento final do processo. O descumprimento da ordem judicial gera multa diária e pode resultar em bloqueio de valores públicos.

Nosso escritório possui uma equipe de advogados especialistas voltados para garantir o acesso a tratamentos e medicamentos necessários para todos os cidadãos que se tratam pelo Sistema Único de Saúde, o SUS.

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Escritório de advogado especializado em ação judicial para conseguir tratamento médico pelo SUS

Entenda o mecanismo jurídico

O que é a ação contra o SUS e quando ela cabe?

É uma ação judicial movida contra o poder público — União, Estado ou Município — para obrigar o SUS a fornecer tratamento, medicamento, cirurgia ou exame prescrito por médico habilitado e negado administrativa ou tacitamente.

O fundamento é constitucional: o art. 196 da Constituição Federal estabelece que a saúde é direito de todos e dever do Estado. Quando o SUS nega o fornecimento de tratamento comprovadamente eficaz e prescrito por médico, essa omissão é ilegal e passível de correção judicial.

Em casos urgentes, o advogado pode pedir uma liminar — decisão judicial provisória que obriga o SUS a fornecer o tratamento antes do julgamento final. O descumprimento gera multa diária e pode resultar em bloqueio de verbas públicas para cumprimento da ordem.

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A ação cabe quando o SUS:

Nega medicamento de alto custo prescrito por médico habilitado

Recusa realização de cirurgia ou internação indicada

Demora além do prazo legal para agendar tratamento urgente

Não fornece medicamento para doença rara ou crônica

Nega terapias contínuas para autismo, doenças neurológicas ou oncológicas

Recusa exame diagnóstico essencial dentro do prazo da Lei 12.732/2012

Situações mais comuns

Negativas do SUS que podem ser revertidas judicialmente

O SUS utiliza argumentos administrativos padronizados para negar tratamentos. A maioria não resiste ao controle judicial. Veja os casos mais frequentes.

Medicamento não padronizado

O SUS alega que o medicamento não está na RENAME ou no protocolo clínico do Ministério da Saúde. A Justiça tem reconhecido a obrigação de fornecimento quando há prescrição médica fundamentada e ausência de substituto terapêutico eficaz.

"O medicamento não está na nossa lista"

Cirurgia ou internação negada

O SUS nega ou posterga indefinidamente a realização de cirurgias e internações indicadas pelo médico. Quando há risco de agravamento ou comprometimento da vida, a liminar pode ser obtida com urgência.

"Não há vaga disponível no momento"

Tratamento para doença rara

Pacientes com doenças raras frequentemente enfrentam a ausência de tratamento padronizado no SUS. A Justiça tem obrigado o fornecimento quando há comprovação diagnóstica e indicação médica de necessidade.

"Não temos protocolo para essa doença"

Demora no início do tratamento oncológico

A Lei 12.732/2012 determina início do tratamento oncológico em até 60 dias após o diagnóstico. O descumprimento desse prazo é ilegal e pode ser questionado judicialmente com pedido de liminar.

"O paciente está na fila de espera"

Terapias para autismo e doenças neurológicas

O SUS frequentemente limita ou nega terapias multidisciplinares para pacientes com TEA, paralisia cerebral e outras condições neurológicas. A Lei 12.764/2012 garante atenção integral ao autista pelo poder público.

"Não oferecemos esse tipo de terapia"

Exame diagnóstico negado ou postergado

Exames de imagem, biópsia, PET-CT e outros diagnósticos avançados são frequentemente negados ou agendados com meses de espera. Quando há urgência médica, é possível obter liminar para realização imediata.

"O exame não está disponível no sistema"

Passo a passo

Como funciona a ação judicial contra o SUS?

O processo é conduzido integralmente pelo advogado. O cliente precisa reunir os documentos e acompanhar as etapas. Entenda como funciona cada uma delas.

1

Avaliação do caso

O advogado analisa o laudo médico, a negativa do SUS ou o histórico de omissão e o quadro clínico do paciente para verificar a viabilidade jurídica, o polo passivo correto — União, Estado ou Município — e a estratégia mais adequada para o pedido de liminar.

2

Reunião de documentos

São necessários: laudo médico detalhado com diagnóstico e justificativa do tratamento; negativa por escrito do SUS ou protocolo de solicitação; receita médica atualizada; orçamento do medicamento ou procedimento, quando aplicável; documentos pessoais do paciente.

3

Definição do polo passivo

A ação pode ser movida contra a União, o Estado ou o Município, ou contra todos em litisconsórcio, a depender de quem tem a obrigação de fornecer o tratamento conforme a política pública aplicável. Essa definição impacta diretamente o juízo competente e a velocidade da decisão.

4

Ajuizamento com pedido de liminar

A petição é protocolada com pedido de decisão liminar para obrigar o SUS a fornecer o tratamento antes do julgamento final. Em casos de risco à vida ou agravamento iminente, o argumento de urgência é reforçado com dados clínicos e precedentes judiciais.

5

Decisão judicial

O juiz analisa o pedido e pode conceder a liminar em horas ou dias, a depender da urgência demonstrada. Deferida a liminar, o ente público é intimado a fornecer o tratamento dentro de prazo fixado pelo juízo, sob pena de multa diária.

6

Cumprimento e monitoramento

O advogado monitora o cumprimento da decisão e adota as providências imediatas em caso de descumprimento, incluindo pedido de multa, bloqueio de verbas públicas via SISBAJUD e comunicação à autoridade responsável pelo órgão de saúde.

Seus direitos

O que fazer quando o SUS nega o tratamento?

O Estado não pode alegar falta de recursos para negar tratamento

A tese da "reserva do possível" — argumento de que o Estado não tem recursos suficientes para custear determinado tratamento — não prevalece quando está em jogo o mínimo existencial do paciente, especialmente o direito à vida e à saúde.

O STF consolidou que o direito à saúde tem aplicabilidade imediata e não pode ser esvaziado por argumentos orçamentários genéricos. Quando há prescrição médica e comprovação de necessidade, o Estado é obrigado a fornecer o tratamento.

O descumprimento da ordem judicial pelo ente público sujeita o gestor responsável a multa pessoal e pode resultar em bloqueio de verbas públicas para cumprimento imediato da decisão.

O que fazer ao receber a negativa do SUS

Cada passo abaixo é importante para fortalecer a ação judicial:

1

Exija a negativa por escrito, com o motivo detalhado e o número de protocolo do atendimento

2

Solicite ao médico laudo completo com diagnóstico, CID, justificativa clínica e urgência do tratamento

3

Obtenha orçamento do medicamento ou procedimento negado em farmácia ou clínica especializada

4

Guarde todos os comprovantes de atendimento, solicitações e protocolos do SUS

5

Procure um advogado especialista em Direito da Saúde para avaliação do caso e ingresso imediato com pedido de liminar

Como atuamos

Áreas de atuação contra o SUS

O TSA atua nas principais frentes de omissão do poder público na área da saúde, com foco em decisões rápidas e acesso imediato ao tratamento necessário.

Medicamentos de alto custo

Ações para obrigar o SUS a fornecer medicamentos não padronizados na RENAME ou em protocolos clínicos, quando prescritos por médico habilitado e sem substituto terapêutico eficaz disponível.

Tratamento oncológico

Ações para garantir o início do tratamento oncológico dentro do prazo da Lei 12.732/2012, incluindo quimioterapia, radioterapia, imunoterapia e medicamentos oncológicos de alto custo negados pelo SUS.

Doenças raras

Processos para garantir o fornecimento de medicamentos e tratamentos para doenças raras não contemplados nos protocolos do SUS, com base na comprovação diagnóstica e na indicação médica de necessidade.

Autismo e doenças neurológicas

Ações para garantir terapias multidisciplinares para pacientes com TEA, paralisia cerebral e outras condições neurológicas, com base na Lei 12.764/2012 e no direito à atenção integral pelo poder público.

Cirurgias e internações

Processos para obrigar o SUS a realizar cirurgias e internações negadas ou postergadas indevidamente, especialmente quando há risco de agravamento da doença ou comprometimento da vida do paciente.

Exames diagnósticos urgentes

Ações para garantir a realização imediata de exames de imagem, biópsia, PET-CT e outros diagnósticos avançados negados ou agendados com prazo incompatível com a urgência clínica do paciente.

Dúvidas frequentes

Perguntas frequentes sobre ações contra o SUS

O SUS é obrigado a fornecer qualquer medicamento prescrito pelo médico?

Não de forma absoluta, mas a Justiça tem reconhecido a obrigação quando há prescrição médica fundamentada, comprovação de necessidade clínica e ausência de substituto terapêutico eficaz disponível no sistema público. A padronização na RENAME não é o único critério válido para o fornecimento.

O Estado pode alegar falta de dinheiro para não fornecer o tratamento?

Não quando está em jogo o mínimo existencial do paciente. O STF consolidou que a tese da reserva do possível não prevalece diante do direito fundamental à vida e à saúde. Quando há prescrição médica e comprovação de necessidade, o argumento orçamentário genérico não é suficiente para afastar a obrigação do Estado.

Quem é o réu na ação: União, Estado ou Município?

Depende do tratamento e da política pública aplicável. Em regra, a ação pode ser movida contra qualquer dos entes federativos — União, Estado ou Município — de forma isolada ou em conjunto. O advogado definirá o polo passivo correto com base na distribuição constitucional das competências em saúde pública, o que impacta diretamente o juízo competente e a agilidade da decisão.

Quanto tempo leva para obter uma decisão judicial contra o SUS?

Em casos com urgência médica bem fundamentada, liminares têm sido concedidas em horas ou dias. O prazo varia conforme o juízo, a urgência demonstrada na petição e a complexidade do caso. Sem urgência, o prazo pode se estender conforme a pauta do juízo competente.

O SUS pode descumprir a decisão judicial?

Não sem consequências. O descumprimento da liminar ou da sentença sujeita o ente público a multa diária e pode resultar em bloqueio de verbas públicas via SISBAJUD para cumprimento imediato da ordem. O gestor responsável pelo órgão de saúde também pode responder pessoalmente pelo descumprimento.

Preciso ter a negativa por escrito para entrar com a ação?

A negativa por escrito fortalece a ação, mas a negativa tácita — quando o SUS não responde ou não fornece o tratamento dentro de prazo razoável — também configura omissão ilegal e pode fundamentar o pedido judicial. O advogado orientará sobre as provas disponíveis em cada caso.

A ação contra o SUS funciona para medicamentos de doenças raras?

Sim. A Justiça tem reconhecido o direito ao fornecimento de medicamentos para doenças raras mesmo quando não há protocolo clínico estabelecido no SUS, desde que haja diagnóstico comprovado, prescrição médica fundamentada e ausência de alternativa terapêutica equivalente disponível gratuitamente.

O atendimento é presencial ou pode ser feito online?

O atendimento é 100% online para clientes de todo o Brasil. A documentação é enviada digitalmente e o acompanhamento do processo é feito de forma remota. O TSA tem sede em Recife e atende clientes em todos os estados.

O SUS negou o tratamento que o médico prescreveu. A Constituição garante que isso pode ser revertido.

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Nossos Artigos sobre SUS

O SUS passará a custear o Qarziba (betadinutuximabe), um novo medicamento para o tratamento de neuroblastoma, um tipo raro e agressivo de câncer infantil. Essa decisão é um grande avanço, pois tende a facilitar o acesso a um tratamento que é fundamental para muitas crianças e suas famílias, trazendo um alívio para quem depende desse remédio para continuar a luta pela vida. Esse remédio, que custa cerca de R$ 2 milhões, é indicado para casos de alto risco ou recidiva e já foi utilizado em mais de mil pacientes de 18 países. No entanto, é importante lembrar que, mesmo quando o medicamento é incluído na lista do SUS, ainda existem grandes barreiras no acesso. Muitos pacientes e seus familiares enfrentam obstáculos burocráticos e falta de disponibilidade nos sistemas de saúde, o que acaba atrasando o início do tratamento. Essa medida representa uma esperança renovada, mas o desafio de garantir que o remédio chegue efetivamente a todos os que precisam continua. Para as famílias que lutam diariamente pela saúde de seus filhos, essa notícia traz alívio, mas também a necessidade de seguir vigilantes para que o direito ao tratamento seja realmente assegurado.
🚨 Decisão importante do TJPE garante o tratamento de uma criança com câncer grave! O Tribunal de Justiça de Pernambuco determinou o bloqueio de R$ 3,7 milhões nas contas do Estado de Pernambuco para custear o tratamento de uma criança diagnosticada com Neuroblastoma, um câncer raro e agressivo. Essa decisão reafirma a importância do direito à vida, um princípio constitucional que deve ser assegurado acima de qualquer outra questão. 💙 O Sistema Único de Saúde (SUS) tem o dever de garantir que todos os cidadãos recebam o tratamento necessário para preservar sua saúde e dignidade, especialmente em casos de doenças graves e de alta complexidade. Essa vitória não é apenas da família envolvida, mas de todos que acreditam na luta por uma saúde pública eficiente e acessível. 📢 Compartilhe essa informação! Muitas pessoas desconhecem seus direitos e enfrentam dificuldades para obter o tratamento de que precisam. Juntos, podemos conscientizar mais cidadãos e lutar por um SUS que funcione para todos!
🧩 Quando o SUS não oferece o tratamento adequado para o paciente com autismo, o dever do Estado não desaparece. Se não houver vaga em clínica conveniada, ou se o serviço público não disponibilizar as terapias prescritas de forma tempestiva, o paciente tem direito de realizar o tratamento em clínica particular, com cobertura pelos entes públicos responsáveis. 🏥⚖️ Esse entendimento já está consolidado nos tribunais: o acesso à saúde é um direito fundamental, garantido pela Constituição, e não pode ser frustrado por omissão do Estado. 📌 Basta haver prescrição médica e ausência da terapia na rede pública para que se configure a obrigação do custeio via rede privada. 💡 O tratamento não pode esperar. O desenvolvimento da pessoa com TEA depende da continuidade, da intensidade e da qualidade das terapias indicadas.
Post04 | O SUS é obrigado por lei a fornecer tratamentos prescritos por médico habilitado. A negativa pode ser revertida judicialmente, com pedido de liminar. Advogado especialista em ações contra o SUS. Atendimento em todo o Brasil.

Quem vai cuidar do seu caso

TSA | Tenorio da Silva Advocacia: Especializado em Ações Contra o SUS para Garantir Tratamento de Saúde e em judicialização da saúde pública

O TSA Tenorio da Silva Advocacia é um escritório especializado em Direito da Saúde e Direito Médico, com sede em Recife e atendimento em todo o Brasil.

O escritório é liderado pelo advogado Evilasio Tenorio (OAB/PE 31.019), com LL.M. em Direito Médico e da Saúde pela UNICAP, membro da Comissão de Direito da Saúde da OAB/PE e da Comissão de Direito da Saúde da ABA Nordeste.

A atuação em ações contra o SUS integra a frente de judicialização da saúde pública do escritório, com foco em liminares urgentes para fornecimento de medicamentos de alto custo, tratamentos oncológicos, doenças raras, cirurgias e terapias negadas pelo poder público.

O atendimento é 100% online. A documentação é enviada digitalmente e o processo é acompanhado de forma remota, com comunicação direta e ágil em todas as fases.

Falar com um advogado pelo WhatsApp

LL.M. em Direito Médico e da Saúde

Universidade Católica de Pernambuco — UNICAP

OAB/PE 31.019

Comissão de Direito da Saúde da OAB/PE

Membro da ABA Nordeste

Comissão de Direito da Saúde da ABA Nordeste

Sede em Recife, atendimento nacional

Rua Dr. Raul Lafayette, 191, Sala 707 — Boa Viagem

Atendimento 100% online

Documentação digital e acompanhamento remoto em todo o Brasil

Por que contratar um advogado

Por que contar com um advogado especialista em ações contra o SUS?

A ação contra o SUS envolve direito constitucional, políticas públicas de saúde e estratégia processual específica. Erros na definição do polo passivo, na documentação ou na fundamentação do pedido podem atrasar a liminar por semanas.

Domínio da legislação e da jurisprudência do SUS

O advogado especialista conhece os protocolos clínicos do Ministério da Saúde, a RENAME, as resoluções da CONITEC e os precedentes do STF e do STJ sobre judicialização da saúde pública. Esse conhecimento define a diferença entre um pedido deferido e um indeferido.

Definição correta do polo passivo

Acionar o ente errado — União, Estado ou Município — pode resultar em extinção do processo por ilegitimidade passiva ou em atraso significativo na obtenção da liminar. O advogado define o polo correto com base na distribuição constitucional das competências em saúde pública.

Liminar construída para ser deferida com urgência

O pedido de liminar precisa demonstrar fumus boni iuris e periculum in mora com precisão clínica e jurídica. O advogado sabe como articular o laudo médico, a omissão do SUS e a urgência do quadro de forma que o juiz defira com rapidez.

Documentação orientada para o juízo

O advogado orienta quais documentos reunir, como complementar o laudo médico com os dados clínicos que os juízes costumam exigir e como demonstrar a ausência de substituto terapêutico disponível no sistema público. Uma documentação incompleta pode atrasar a liminar por semanas.

Monitoramento do cumprimento da decisão

Obtida a liminar, o ente público tem prazo para cumprir. O advogado monitora esse prazo e adota as providências imediatas em caso de descumprimento, incluindo pedido de multa, bloqueio de verbas públicas via SISBAJUD e comunicação à autoridade responsável.

Suporte em todas as fases do processo

Da avaliação inicial ao julgamento final, o cliente é acompanhado em cada etapa com orientação clara sobre prazos, documentos e andamento. O objetivo é garantir o acesso ao tratamento com o menor tempo possível de espera.

Áreas de Atuação:

Direito da Saúde

Auxílio completo para usuários de planos de saúde e do SUS, para a garantia de tratamentos médicos.

Direito Médico

Defesa dos interesses de Médicos, Dentistas e Profissionais da Saúde, bem como empresas do setor.

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