Erro cirúrgico
Pode envolver técnica inadequada, lesão indevida, material esquecido, planejamento insuficiente ou resposta inadequada a uma intercorrência.
Nem todo resultado ruim significa erro médico. Mas falha técnica, omissão, negligência, imprudência, imperícia, falta de informação ou defeito no serviço hospitalar podem gerar responsabilidade quando causam dano ao paciente.
O TSA analisa prontuários, exames, consentimentos, comunicações e a linha do tempo do atendimento para verificar se existem elementos para uma ação. Atendimento presencial em Recife e online em todo o Brasil.
Quero avaliar meu caso · (81) 4042.3662Primeiro elemento
Falha
Conduta técnica inadequada, omissão relevante, defeito do serviço ou falha de informação.
Segundo elemento
Dano
Prejuízo físico, moral, estético, material, funcional ou perda de chance terapêutica.
Terceiro elemento
Nexo causal
Relação demonstrável entre a falha questionada e o prejuízo sofrido.
Prova técnica
Perícia
Na maioria dos processos, a avaliação pericial tem papel central na conclusão judicial.
A tese central
A medicina envolve riscos, limitações técnicas e respostas individuais. Uma complicação, sequela ou ausência de cura não comprova, sozinha, que o profissional ou o hospital agiu de forma inadequada.
A responsabilidade passa a ser discutida quando a prova aponta conduta incompatível com o cuidado esperado, omissão, demora injustificada, erro de diagnóstico, falha de procedimento, defeito na estrutura hospitalar ou informação insuficiente.
Além da falha, é necessário demonstrar o dano e a relação causal. Por isso, a análise começa pela reconstrução cronológica do atendimento e pela comparação entre o que foi registrado, o quadro apresentado e as providências adotadas.
Casos que exigem análise
A ocorrência de dano desperta uma suspeita legítima, mas cada hipótese precisa ser confrontada com o prontuário, a evolução clínica e o padrão de cuidado aplicável.
Pode envolver técnica inadequada, lesão indevida, material esquecido, planejamento insuficiente ou resposta inadequada a uma intercorrência.
A responsabilidade pode surgir quando sinais relevantes foram ignorados, exames necessários não foram solicitados ou o atraso reduziu a chance de tratamento.
A liberação merece análise quando o paciente ainda apresentava instabilidade, sinais de gravidade ou necessidade previsível de observação.
Nem toda infecção gera indenização. É preciso verificar prevenção, controle, higiene, diagnóstico, tratamento e monitoramento.
Demora na intervenção, ausência de monitoramento e lesões maternas ou neonatais exigem reconstrução detalhada da assistência.
Pode envolver medicamento, dose, paciente, via ou horário incorretos, interação ignorada e ausência de checagem.
Riscos relevantes, alternativas e limitações devem ser explicados de modo claro e específico antes da decisão do paciente.
Recusa, atraso, falta de encaminhamento ou inércia diante de sinais urgentes podem ser relevantes quando causam ou agravam o dano.
Defeitos de identificação, segurança, equipamentos, higiene, comunicação e acompanhamento podem gerar responsabilidade própria do serviço.
Preservação da prova
O prontuário registra evolução, horários, prescrições, exames, intercorrências e decisões clínicas. O paciente ou seu representante pode solicitar cópia, e a recusa ou entrega incompleta deve ser documentada.
Os prazos para ajuizamento variam conforme quem prestou o serviço, a relação jurídica e as circunstâncias do dano. Uma página geral não substitui a análise do termo inicial e das regras aplicáveis ao caso concreto.
Também é importante preservar imagens originais, mensagens, recibos e exames sem edições. Quanto mais cedo a cronologia for organizada, menor o risco de perda de dados e de confusão entre lembranças posteriores.
Providências úteis
Como funciona a análise
Casos de erro médico exigem método. A indignação pode ser compreensível, mas a viabilidade depende da transformação do relato em uma tese apoiada por documentos e prova técnica.
Identificamos o atendimento questionado, os danos, as sequelas, o agravamento ou a perda relatada.
Analisamos prontuário, exames, laudos, prescrições, consentimentos, comunicações e comprovantes.
Organizamos sintomas, horários, decisões, atrasos, alta, retorno e evolução posterior.
Separamos intercorrência possível de negligência, imprudência, imperícia, omissão ou defeito do serviço.
Avaliamos se a conduta contribuiu para o dano, considerando a doença de base e os riscos inerentes.
Definimos quais prejuízos possuem apoio documental e podem compor os pedidos.
Quando existe viabilidade, o processo é estruturado para a produção da prova técnica e o contraditório.
O que precisa ser provado
O processo não deve ser construído apenas com conclusões. A alegação precisa indicar a conduta questionada, quando ocorreu, qual providência seria esperada e como a diferença contribuiu para o dano.
Complicação não exclui o erro. Resultado ruim também não o comprova.
O que a defesa costuma alegar
Médicos, clínicas e hospitais costumam atribuir o resultado ao risco natural ou à doença. Essas hipóteses não devem ser descartadas nem aceitas sem confronto técnico.
É preciso verificar previsibilidade, informação, prevenção e resposta da equipe após o surgimento da intercorrência.
A condição anterior importa, mas não elimina a análise de agravamento, atraso ou redução de chance terapêutica.
O prontuário deve ser comparado com os sinais apresentados, exames disponíveis e padrão técnico aplicável.
A cronologia e a prova técnica precisam demonstrar como a conduta contribuiu para o resultado alegado.
O ponto é investigar protocolos de prevenção, controle, diagnóstico e tratamento oportuno.
Consentimento informado não autoriza erro técnico e precisa ser claro, específico e adequado ao procedimento.
Nossa reputação
Nota 5,0 e mais de 150 avaliações no Google.
EXCELENTE
Com base em 154 avaliações
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iolanda pereiraTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Recebi excelente atendimento, agilidade no encaminhamento da ação , prontidão da equipe em responder aos meus questionamentos e pedidos. Obrigada ao Dr. Evilásio Tenório. Parabéns pelo trabalho. Iolanda BarbosaPublicado em Google![]()
Thiago FigueiredoTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Excelente profissional!. Sempre demonstrou conhecimento, transparência e comprometimento em todas as etapas do meu caso. Tirou todas as minhas dúvidas com paciência e me passou muita segurança durante todo o processo. Recomendo de olhos fechados para quem procura um advogado competente, atencioso e realmente comprometido com seus clientes.Publicado em Google![]()
Luiza MouraTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Profissional excepcional, extremamente competente e dedicado. Fui atendida com total clareza, agilidade e empatia em um momento delicado em que precisei buscar meus direitos na justiça. O resultado positivo e a rapidez na condução do meu caso mostram o quanto ele domina a área e se importa com seus clientes. Recomendo de olhos fechados!Publicado em Google![]()
Taynara PerinTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Atendimento excelente e de total confiança, indico para todos sem dúvidasPublicado em Google![]()
Hudson WallaceTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Excelente atendimento do início ao fim. A equipe demonstrou muita agilidade, transmitiu confiança em cada etapa e prestou um suporte impecável durante todo o processo. Sempre estiveram disponíveis para esclarecer dúvidas e conduzir tudo com profissionalismo. Recomendo com total tranquilidade!Publicado em Google![]()
Edson MartinsTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Sou extremamente grato pelo trabalho deste escritório. Fiz um grande e custoso percurso até conseguir encontrar estes profissionais bastante qualificados não apenas em termos de conhecimento tecnico, mas, principalmente, com habilidade humana de acolhimento, capacidade de ouvir e compreender minha situações específica, uma vez que envolve uma doença rara. CHARCOT MARIE TOOTH (CMT 1A) é uma doença rara e por isso muito complexa. Por ser rara as pessoas não conhecem e por não conhecerem a ignoram totalmente como se ela não existisse. É muito frequente ouvir relatos de pacientes que não encontram acolhimento dentro de sua própria família, sofrendo muitas vezes, total abandono sem saber a quem recorrer. Muito obrigadoPublicado em Google![]()
Ediene TabletTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
O Dr. Evilasio nos ajudou no caso da obtenção de um tratamento oncológico urgente. Rapidamente nos atendeu e ingressamos com a acao, e com poucos dias tivemos acesso ao tratamento. Somos gratos pela prestatividade e competencia e seriedade demonstradas.Publicado em Google![]()
Ana CamerinoTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
O TSA | Tenorio da Silva Advocacia conta com excelentes profissionais que atuam com muita seriedade, competência, habilidade, dedicação e responsabilidade, atendendo minhas expectativas com excelência e agilidade, obtendo o sucesso esperado com a urgência tão necessária ao caso em questão!Publicado em Google![]()
Gizelle SantanaTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Extremamente satisfeita com toda atenção e cuidado com o caso do meu filho! Só tenho a agradecer por tudo!
Quem vai cuidar do seu caso
O TSA | Tenorio da Silva Advocacia atua em Direito Médico e da Saúde, com sede em Recife e atendimento em todo o Brasil. O escritório representa pacientes e familiares em demandas relacionadas a falhas médicas, defeitos hospitalares, diagnóstico tardio, erro cirúrgico, infecção, alta indevida, falha no parto e ausência de consentimento informado.
A análise não parte da conclusão de que todo resultado adverso é erro. O trabalho reconstrói a linha do tempo, examina prontuários, exames, prescrições, registros de enfermagem, termos de consentimento e comunicações para identificar se há elementos que demonstrem falha, dano e nexo causal.
O escritório é liderado pelo advogado Evilasio Tenorio, OAB/PE 31.019, com LL.M. em Direito Médico e da Saúde pela Universidade Católica de Pernambuco. É ele quem conduz a análise jurídica, delimita a conduta questionada e organiza a estratégia para a produção da prova técnica.
Quando a ação possui viabilidade, os fatos são organizados de forma objetiva, com datas, horários, sintomas, decisões clínicas e consequências documentadas. Esse método orienta a formulação dos pedidos, a preparação dos quesitos e o acompanhamento da perícia médica, sem prometer indenização ou resultado judicial.
Formação
LL.M. em Direito Médico e da Saúde pela Universidade Católica de Pernambuco.
Publicações
Coautor de obras jurídicas sobre Direito da Saúde publicadas pela Editora Foco.
Atuação
Responsabilidade civil médica, falhas hospitalares, prontuários e perícias.
Atendimento
Presencial em Recife e online para pacientes e familiares de todo o Brasil.

Evilasio Tenorio
OAB/PE 31.019
“A suspeita de erro médico precisa sair do campo da dúvida e ser confrontada com prontuário, linha do tempo e prova técnica. É essa conexão que permite distinguir uma complicação inevitável de uma falha indenizável.”
Por que a escolha importa
Um processo fraco apenas repete a indignação. Um processo bem preparado delimita a falha, antecipa as controvérsias e constrói uma pergunta técnica que a perícia consiga responder.
Registros, lacunas, horários e contradições precisam ser conectados à tese, sem conclusões precipitadas.
A cronologia identifica quando surgiu o risco, quais providências foram tomadas e onde pode estar a falha.
A estratégia separa complicação inerente de conduta inadequada, omissão, demora ou falta de informação.
A prova deve explicar como a falha contribuiu para sequela, agravamento, morte ou perda de chance.
Documentos, pontos controvertidos e quesitos precisam conduzir a discussão para a conduta efetivamente questionada.
Cada pedido deve corresponder a uma consequência demonstrada, evitando valores e categorias sem base documental.
Perguntas frequentes
Não. É necessário verificar se houve falha na conduta ou no serviço, dano e nexo causal. Riscos inerentes, limitações técnicas e a própria evolução da doença também precisam ser considerados.
A suspeita é examinada com prontuário, exames, prescrições, consentimentos, cronologia e consequências. Em muitos casos, a conclusão depende de avaliação pericial.
Não. Uma irregularidade sem dano relacionado pode não sustentar reparação. Também é necessário provar a extensão do prejuízo e sua ligação com a conduta.
Sim. O paciente ou representante legal pode solicitar acesso e cópia do prontuário. Convém pedir o conjunto integral, inclusive anexos e registros multiprofissionais.
Depende. A análise verifica se houve falha evitável em prevenção, controle, higiene, diagnóstico, tratamento ou monitoramento.
Pode ser juridicamente relevante quando sinais foram ignorados, exames necessários deixaram de ser solicitados ou a demora reduziu uma chance real de melhor resultado.
Não. O termo não autoriza falha técnica. Também é preciso avaliar se a informação foi clara, específica e suficiente e se o dano corresponde a risco efetivamente informado.
Pode haver legitimidade e direito à reparação, conforme o vínculo, o dano próprio e a prova de que uma falha contribuiu para a morte. A situação deve ser analisada individualmente.
Não em toda hipótese, mas costuma ser decisiva quando a controvérsia depende de conhecimento técnico sobre conduta, dano e causalidade.
O prazo pode variar segundo a natureza do atendimento, o réu e as circunstâncias do conhecimento do dano. A contagem precisa ser examinada sem aplicar uma regra única a todos os casos.
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Não existe valor automático. Cada categoria de dano exige fundamento, nexo causal e prova compatível com a realidade do caso.
Pode ser discutido quando a falha provoca sofrimento relevante, agravamento, violação da dignidade ou repercussão grave na vida do paciente.
Inclui despesas e perdas econômicas comprovadas que decorram da falha, como novos tratamentos, medicamentos e cuidadores.
Pode coexistir com o dano moral quando há alteração corporal permanente ou duradoura com repercussão própria.
Exige demonstração de uma oportunidade real e séria de resultado melhor que foi reduzida pela conduta.
Podem ser avaliados quando a incapacidade ou o falecimento afeta renda e sustento, conforme a prova econômica.
Em situações graves ou de falecimento, familiares podem ter pretensões próprias, de acordo com o vínculo e o prejuízo demonstrado.
Áreas de atuação
Auxílio completo para usuários de planos de saúde e do SUS, para a garantia de tratamentos médicos.
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