TSA ADVOCACIA

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Advogado especialista no Direito dos Neurodivergentes

Pessoas com Transtorno do Espectro Autista, TDAH, dislexia, síndrome de Tourette e outras condições do neurodesenvolvimento têm direitos garantidos pela Lei Brasileira de Inclusão, pela Lei 12.764/2012 e pela Constituição Federal. Quando o plano de saúde nega terapias, quando o SUS não oferece o tratamento adequado ou quando a escola recusa o suporte necessário, esses direitos podem ser exigidos judicialmente.

O TSA | Tenorio da Silva Advocacia atua em Direito da Saúde e representa pessoas neurodivergentes e suas famílias em ações judiciais contra planos de saúde, contra o poder público e em demandas envolvendo educação inclusiva e benefícios negados. O atendimento é presencial em Recife e online em todo o Brasil.

Com mais de uma década de experiência em Direito da Saúde e Inclusão, nossa equipe oferece suporte jurídico estratégico, sensível e eficiente, com atendimento 100% online para todo o Brasil. Somos referência na defesa de pessoas neurodivergentes e seus familiares, transformando direitos previstos em lei em realidades concretas.

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Escritório de advogado especializado em ação judicial para defender o direito dos neurodivergentes

O conceito e o direito

O que é neurodivergência e quando os direitos podem ser exigidos

Neurodivergência é um termo que designa formas de funcionamento neurológico que diferem do padrão considerado típico. Abrange condições como Transtorno do Espectro Autista (TEA), Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), dislexia, discalculia, síndrome de Tourette, TOC e outras condições do neurodesenvolvimento.

O arcabouço jurídico de proteção varia conforme a condição. O TEA é reconhecido como deficiência para todos os efeitos legais pela Lei 12.764/2012. A Lei Brasileira de Inclusão (Lei 13.146/2015) e a Convenção da ONU sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência adotam um modelo amplo de deficiência, que pode abarcar outras condições do neurodesenvolvimento quando há impedimento de longo prazo na participação plena e efetiva na sociedade.

Em relação ao plano de saúde, a Lei 9.656/1998 e a Lei 14.454/2022 obrigam as operadoras a cobrir as terapias indicadas pelo profissional responsável, mesmo quando não constam no rol da ANS. O rol é referência mínima, não teto de cobertura.

Em relação ao SUS, o artigo 196 da Constituição Federal garante acesso universal e integral à saúde. A educação inclusiva está assegurada pela Lei Brasileira de Inclusão, que proíbe a recusa de matrícula e exige adaptações curriculares e suporte especializado nas escolas públicas e privadas.

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O direito pode ser exigido quando:

Há diagnóstico confirmado da condição, com laudo ou relatório clínico emitido por profissional habilitado

As terapias ou medicamentos foram prescritos pelo profissional responsável, com indicação da modalidade, frequência e justificativa clínica

O plano de saúde negou a cobertura, limitou a carga horária prescrita ou exigiu coparticipação que inviabiliza a continuidade do tratamento

O SUS não oferece o serviço na rede pública, há lista de espera que compromete o desenvolvimento ou houve negativa administrativa formal

A escola recusou a matrícula, não ofereceu suporte adequado ou cobrou taxa adicional pelo atendimento especializado

Houve discriminação ou capacitismo no ambiente escolar, profissional ou em serviços públicos e privados, com impacto documentável na vida da pessoa

O que o sistema impõe — e por que está errado

Negativas e violações mais comuns contra pessoas neurodivergentes

Planos de saúde, escolas, empregadores e o próprio poder público utilizam argumentos padronizados para negar direitos a pessoas neurodivergentes. Todos podem ser contestados judicialmente.

Negativa de terapias pelo plano de saúde

Planos negam ABA, fonoaudiologia, psicologia, terapia ocupacional e psicopedagogia alegando que as terapias não constam no rol da ANS ou que o contrato não as cobre. A Lei 14.454/2022 estabelece que o rol é referência mínima. A negativa pode ser revertida judicialmente quando há prescrição fundamentada.

O rol é piso, não teto. A negativa não é a última palavra.

Limitação de sessões abaixo do prescrito

O plano autoriza menos sessões do que o profissional prescreveu, sem embasamento clínico. A definição da carga horária terapêutica é do profissional responsável pelo caso, não da operadora. A redução unilateral configura interferência indevida na relação terapêutica e pode ser contestada judicialmente.

A carga horária é do terapeuta, não da operadora.

Recusa ou falha de suporte escolar

Escolas públicas e privadas recusam matrícula, não oferecem profissional de apoio, cobram taxa adicional pelo atendimento especializado ou não realizam adaptações curriculares exigidas pela Lei Brasileira de Inclusão. Qualquer dessas condutas é ilegal e pode ser contestada administrativamente ou judicialmente.

A escola não pode recusar matrícula nem cobrar pelo suporte especializado.

Omissão do SUS no fornecimento de tratamento

O SUS não oferece o serviço na rede, impõe lista de espera que compromete o desenvolvimento ou nega administrativamente o fornecimento de medicamentos e terapias. Com base no artigo 196 da Constituição Federal, o Estado pode ser obrigado judicialmente a custear o tratamento, inclusive em clínica particular.

Lista de espera que prejudica o desenvolvimento pode ser contestada judicialmente.

Indeferimento de BPC/LOAS pelo INSS

O INSS indefere administrativamente o Benefício de Prestação Continuada para pessoas neurodivergentes que atendem aos requisitos legais: condição que impede a participação plena na sociedade e renda familiar per capita de até um quarto do salário mínimo. O indeferimento pode ser revertido por ação judicial.

Indeferimento do INSS não é definitivo. A Justiça pode conceder o benefício.

Discriminação e capacitismo

Condutas discriminatórias em ambientes escolares, profissionais ou sociais, como dispensa motivada pela condição neurodivergente, recusa de adaptações razoáveis no trabalho ou tratamento humilhante em serviços públicos e privados, configuram violação à Lei Brasileira de Inclusão e podem gerar responsabilização civil.

Capacitismo é ilegal e pode gerar indenização por danos morais.

Para quem atuamos

Condições do neurodesenvolvimento em que o escritório tem atuação

O alcance dos direitos varia conforme a condição e o enquadramento legal de cada caso. A avaliação individualizada é indispensável para identificar quais direitos se aplicam à situação concreta do paciente.

Transtorno do Espectro Autista (TEA)

Reconhecido como deficiência para todos os efeitos legais pela Lei 12.764/2012. Garante acesso a terapias, educação inclusiva, BPC/LOAS, CIPTEA, isenções fiscais e proteção contra cancelamento de plano durante o tratamento, conforme o Tema 1082 do STJ.

TDAH — Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade

Quando causa impedimento de longo prazo na participação escolar ou profissional, pode ser enquadrado como deficiência nos termos da Lei Brasileira de Inclusão. Garante direito a adaptações pedagógicas, terapias e, em determinados casos, benefícios assistenciais.

Dislexia e Discalculia

Transtornos de aprendizagem que afetam a leitura, a escrita e o raciocínio numérico. Garantem direito a adaptações pedagógicas, tempo adicional em avaliações, suporte especializado na escola e, quando causam impacto significativo, podem fundamentar pedido de terapias pelo plano de saúde.

Síndrome de Tourette

Transtorno neurológico caracterizado por tiques motores e vocais involuntários. Pode gerar direito a terapias comportamentais, medicamentos e adaptações escolares. Quando causa impedimento significativo, pode ser enquadrado como deficiência para fins de acesso a benefícios e proteções legais.

TOC — Transtorno Obsessivo-Compulsivo

Quando o TOC causa impacto significativo na vida escolar, profissional ou social, pode fundamentar pedidos de cobertura de psicoterapia e medicamentos pelo plano de saúde, além de adaptações no ambiente escolar e profissional. A avaliação do enquadramento como deficiência é feita caso a caso.

Altas habilidades e superdotação

Pessoas com altas habilidades ou superdotação têm direito a atendimento educacional especializado nas escolas públicas e privadas, com programas de enriquecimento curricular e apoio ao desenvolvimento de suas capacidades, conforme previsto na Lei Brasileira de Inclusão e nas diretrizes do MEC.

Dispraxia e Transtorno do Desenvolvimento da Coordenação

Condições que afetam a coordenação motora e o planejamento de movimentos, com impacto na vida escolar e cotidiana. Podem fundamentar pedidos de terapia ocupacional e fisioterapia pelo plano de saúde, além de adaptações pedagógicas no ambiente escolar.

Outras condições do neurodesenvolvimento

O escritório avalia casos envolvendo outras condições do neurodesenvolvimento não listadas acima. O critério é o impacto concreto da condição na vida da pessoa e a existência de prescrição médica fundamentada. Entre em contato para avaliação individualizada do seu caso.

O alcance dos direitos varia conforme a condição e o enquadramento legal. Entre em contato para uma avaliação individualizada do seu caso antes de tomar qualquer decisão.

Do primeiro contato à liminar

Como funciona o processo judicial para garantir direitos de pessoas neurodivergentes

A ação judicial é o caminho mais eficaz quando planos de saúde, escolas ou o poder público negam direitos garantidos por lei. O processo segue etapas claras e, com documentação adequada, a liminar costuma ser deferida com rapidez.

1

Avaliação do caso

O advogado analisa o diagnóstico, as terapias ou direitos pleiteados, a negativa recebida e a situação do paciente em relação ao plano de saúde, ao SUS ou à instituição de ensino. Essa etapa define a tese jurídica, o réu correto, os documentos necessários e a viabilidade do pedido de tutela de urgência.

2

Reunião da documentação

São reunidos o laudo diagnóstico, o relatório terapêutico com as terapias indicadas e a carga horária prescrita, a negativa formal do plano, escola ou SUS, o contrato do plano quando aplicável, orçamentos e os documentos pessoais do paciente e do responsável legal. A qualidade da documentação determina a velocidade da liminar.

3

Ajuizamento com pedido de liminar

A petição inicial é protocolada com pedido de tutela de urgência. Quando há risco ao desenvolvimento, à saúde ou à integridade do paciente pela ausência do tratamento ou suporte, o juiz pode deferir a liminar no mesmo dia ou em até 48 horas, obrigando o réu a cumprir imediatamente a obrigação.

4

Cumprimento da decisão

Com a liminar deferida, o réu é intimado a cumprir a obrigação no prazo fixado pelo juiz. O descumprimento sujeita ao pagamento de multa diária (astreintes). O advogado monitora o cumprimento e atua imediatamente caso haja resistência, cumprimento parcial ou imposição de novos obstáculos.

5

Início do tratamento ou acesso ao direito

A pessoa neurodivergente inicia as terapias, recebe o medicamento, é matriculada na escola com o suporte adequado ou acessa o benefício garantido pela decisão judicial. O advogado acompanha para garantir que o cumprimento seja integral e conforme o que foi determinado pelo juiz.

6

Continuidade do processo e eventual indenização

O processo segue na fase de mérito. Quando a negativa ou a violação causou dano concreto ao paciente, como atraso no desenvolvimento, regressão documentada, desembolso forçado ou prejuízo profissional, é possível pleitear indenização por danos morais e materiais. O STJ, no Tema 1365, exige prova do dano efetivo para a condenação.

Direitos e próximos passos

O que não podem fazer — e o que fazer quando seus direitos são violados

O plano, a escola e o poder público não podem:

Negar terapias prescritas alegando que não constam no rol da ANS, quando há prescrição do profissional responsável e diagnóstico confirmado da condição

Reduzir unilateralmente a carga horária terapêutica prescrita pelo profissional responsável, sem embasamento clínico e sem comunicação prévia à família

Recusar matrícula, cobrar taxa pelo atendimento especializado ou deixar de oferecer suporte pedagógico adequado à pessoa neurodivergente na escola

Manter lista de espera para tratamentos de neurodesenvolvimento em prazo que comprometa a saúde ou o desenvolvimento da criança ou do adolescente

Praticar capacitismo ou discriminação com base na condição neurodivergente no ambiente escolar, profissional ou em serviços públicos e privados

Negar adaptações razoáveis no ambiente de trabalho para pessoa neurodivergente que as necessite para exercer suas funções com igualdade de condições

O que fazer quando seus direitos são violados:

1

Solicite a negativa por escrito, com indicação do fundamento utilizado. Negativas verbais não têm valor jurídico e dificultam a ação judicial.

2

Peça ao médico ou terapeuta responsável um relatório atualizado com o diagnóstico, as terapias indicadas, a carga horária prescrita e a justificativa clínica para cada modalidade.

3

Guarde toda a comunicação com o plano, a escola ou o órgão público: protocolos, e-mails, cartas e mensagens. Todo registro tem valor probatório no processo.

4

Obtenha orçamento atualizado das terapias ou do tratamento. O custo demonstra a inviabilidade de arcar com o tratamento por conta própria e reforça o pedido de urgência.

5

Procure um advogado com atuação em Direito da Saúde e inclusão. Com a documentação reunida, a ação com pedido de liminar pode ser protocolada rapidamente. A negativa não é a última palavra.

O que reunir antes de acionar a Justiça

Documentos necessários para a ação judicial

A qualidade da documentação determina a velocidade do deferimento da liminar. Reúna o máximo possível antes do primeiro contato com o advogado.

Laudo diagnóstico

Documento emitido por médico ou equipe multiprofissional com o diagnóstico confirmado da condição neurodivergente, incluindo CID ou DSM-5, grau de comprometimento e observações clínicas relevantes para o caso concreto.

Relatório terapêutico

Documento do terapeuta responsável com as terapias indicadas, a carga horária semanal prescrita para cada modalidade e a justificativa clínica para a intensidade do tratamento. É o documento central do pedido de liminar em casos de terapias negadas.

Negativa formal

Carta, e-mail, protocolo ou qualquer documento que comprove a recusa do plano de saúde, da escola ou do órgão público, com indicação do fundamento utilizado. Se a negativa foi verbal, solicite confirmação por escrito antes de protocolar a ação.

Orçamento das terapias ou do tratamento

Orçamento emitido pela clínica ou pelo profissional com o custo mensal das terapias prescritas, detalhado por modalidade e carga horária. O valor demonstra a inviabilidade de arcar com o tratamento por conta própria e reforça o pedido de urgência.

Contrato ou carteira do plano de saúde

Cópia do contrato ou a carteirinha e o número do plano, que permitem identificar o produto contratado junto à ANS e verificar as coberturas obrigatórias. Necessário apenas nos casos em que a ação é proposta contra a operadora.

Documentos pessoais

RG e CPF da pessoa neurodivergente e do responsável legal, certidão de nascimento quando a pessoa for menor de idade e comprovante de residência atualizado. Para ações contra o SUS, pode ser necessária declaração de hipossuficiência econômica.

Relatório de progresso terapêutico

Quando disponível, o relatório de acompanhamento do desenvolvimento demonstra a eficácia das terapias em curso e os riscos da interrupção ou redução da carga horária, reforçando a urgência do pedido judicial e a necessidade de continuidade do tratamento.

Histórico de comunicações

Protocolos, e-mails, cartas e mensagens trocadas com o plano de saúde, a escola ou o órgão público. Todo registro de negativa, demora, redução de carga horária, cobrança indevida ou conduta discriminatória tem valor probatório no processo.

Não tem todos os documentos? Entre em contato assim mesmo. O advogado orienta sobre o que é indispensável para protocolar o pedido de liminar e pode orientar os terapeutas sobre o conteúdo necessário no relatório.

Perguntas frequentes

Dúvidas sobre os direitos de pessoas neurodivergentes

O plano de saúde é obrigado a cobrir terapias para pessoas neurodivergentes?

Sim, quando há prescrição do profissional responsável e diagnóstico confirmado da condição. A Lei 14.454/2022 estabelece que o rol da ANS é referência mínima, não teto de cobertura. Terapias como ABA, fonoaudiologia, psicologia, terapia ocupacional e psicopedagogia podem ser exigidas mesmo quando não constam expressamente no rol, desde que haja indicação clínica fundamentada.

O plano pode limitar a quantidade de sessões de terapia prescritas?

Não. A definição da carga horária terapêutica é do profissional responsável pelo caso, não da operadora. O plano de saúde não tem competência técnica para reduzir unilateralmente a carga prescrita sem embasamento clínico. Essa redução configura interferência indevida na relação terapêutica e pode ser contestada judicialmente com pedido de liminar.

TDAH e dislexia garantem os mesmos direitos que o autismo?

Não necessariamente. O TEA é reconhecido como deficiência para todos os efeitos legais pela Lei 12.764/2012. Para TDAH, dislexia e outras condições, o enquadramento como deficiência depende da comprovação de impedimento de longo prazo na participação plena na sociedade, nos termos da Lei Brasileira de Inclusão. Cada caso exige avaliação individualizada para identificar quais direitos se aplicam.

A escola pode recusar a matrícula de uma pessoa neurodivergente?

Não. A Lei Brasileira de Inclusão proíbe a recusa de matrícula de pessoa com deficiência em escolas públicas e privadas. A escola também não pode cobrar taxa adicional pelo atendimento especializado, condicionar a matrícula à presença de acompanhante contratado pela família ou deixar de oferecer as adaptações pedagógicas necessárias.

O SUS é obrigado a fornecer terapias para pessoas neurodivergentes?

Sim. Com base no artigo 196 da Constituição Federal, o SUS pode ser obrigado judicialmente a custear terapias para pessoas neurodivergentes, inclusive em clínica particular, quando não há serviço disponível na rede pública ou quando a lista de espera compromete o desenvolvimento do paciente. A comprovação de hipossuficiência econômica é exigida nos casos contra o poder público.

Pessoa neurodivergente pode receber BPC/LOAS?

Sim, quando comprovados os requisitos legais: condição que cause impedimento de longo prazo na participação plena e efetiva na sociedade, e renda familiar per capita de até um quarto do salário mínimo. O TEA é automaticamente reconhecido como deficiência. Para outras condições, o enquadramento depende de avaliação técnica. O indeferimento do INSS pode ser revertido judicialmente.

Quanto tempo leva para obter a liminar em ações sobre direitos de neurodivergentes?

Quando há diagnóstico confirmado, relatório terapêutico com carga horária prescrita e negativa documentada, a liminar pode ser deferida em horas ou em até 48 horas após o protocolo da ação. Em casos envolvendo crianças em fase crítica de desenvolvimento, os juízes reconhecem a urgência e tendem a agir com rapidez.

Capacitismo no trabalho pode gerar indenização?

Sim. Condutas discriminatórias baseadas na condição neurodivergente no ambiente de trabalho, como dispensa motivada pela condição, recusa de adaptações razoáveis ou assédio moral relacionado à neurodivergência, configuram violação à Lei Brasileira de Inclusão e podem gerar responsabilização civil por danos morais e materiais.

O TSA Tenorio da Silva Advocacia atende pessoas neurodivergentes fora de Recife?

Sim. O atendimento é presencial em Recife e online para clientes de qualquer estado do Brasil. A ação judicial pode ser proposta no domicílio do paciente, sem necessidade de deslocamento. Todo o processo de avaliação do caso, reunião de documentos e acompanhamento processual pode ser conduzido de forma remota.

O plano de saúde negou terapia para pessoa neurodivergente? Esse direito pode ser garantido na Justiça.

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Nossos Artigos sobre Direito dos Neurodivergentes

♾️ Você sabe o que significa o cordão com o símbolo do infinito colorido? Talvez você já tenha visto alguém usando esse cordão em aeroportos, hospitais, shoppings ou até na escola — e não tenha entendido o que ele representa. 📍 O cordão com o símbolo do infinito colorido é mais do que um acessório: é um instrumento de identificação e inclusão, utilizado por pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e por outras pessoas com deficiências invisíveis. 🔁 O símbolo do infinito representa a neurodiversidade, ou seja, a ideia de que cada cérebro funciona de maneira única e que todas essas formas de funcionamento devem ser respeitadas. As cores vibrantes simbolizam a variedade de experiências, habilidades e desafios vividos por pessoas autistas. 🎗️ Quem usa esse cordão está comunicando ao mundo — muitas vezes de forma silenciosa — que pode precisar de mais tempo, de paciência, de compreensão. É um pedido por empatia em momentos que podem parecer simples para a maioria das pessoas, mas que são desafiadores para quem vive com TEA. 🚫 Não se trata de privilégio, e sim de acessibilidade e respeito. É uma ferramenta que facilita o acolhimento em atendimentos médicos, filas, embarques, interações em locais públicos, entre outros. 💙 Entender o que esse símbolo significa é um passo importante para construirmos uma sociedade mais justa, mais sensível e mais humana.
🧩 O QUE SIGNIFICA O CORDÃO DE QUEBRA-CABEÇA? 🧩💙 Você já viu alguém usando um cordão com peças de quebra-cabeça coloridas e ficou curioso para saber o que ele representa? Esse símbolo tem um significado muito especial e importante! 🔎 O QUE ELE REPRESENTA? O cordão de quebra-cabeça é um símbolo mundialmente reconhecido do Transtorno do Espectro Autista (TEA). Ele carrega mensagens importantes sobre inclusão, conscientização e respeito às pessoas autistas. 📌 SIGNIFICADO DAS PEÇAS E CORES: 🧩 Quebra-cabeça: Representa a complexidade do autismo e a diversidade de pessoas dentro do espectro. Cada indivíduo autista é único, com diferentes habilidades e desafios. 🎨 Cores vibrantes: Simbolizam a pluralidade do espectro, refletindo as diferentes formas como o autismo se manifesta. 💙 Azul: É a cor mais associada ao TEA, pois foi escolhida para representar a campanha de conscientização, já que a prevalência do autismo é maior no sexo masculino. 🔹 POR QUE AS PESSOAS USAM O CORDÃO? Muitas pessoas autistas e seus familiares utilizam o cordão de quebra-cabeça para demonstrar orgulho, promover a conscientização e facilitar a identificação em situações do dia a dia, como filas preferenciais, atendimento em estabelecimentos e interações sociais. ⚠️ INFORMAÇÃO IMPORTANTE: Embora o símbolo seja amplamente reconhecido, algumas pessoas autistas não se identificam com ele e preferem outros emblemas, como a infinidade colorida, que simboliza a neurodiversidade. O mais importante é respeitar as preferências individuais e apoiar a inclusão! 🤝💙 🌍 CONSCIENTIZAÇÃO E RESPEITO! Se você vê alguém usando o cordão de quebra-cabeça, lembre-se de que ele pode estar buscando mais compreensão e acessibilidade. Vamos juntos construir um mundo mais inclusivo e empático para todas as pessoas autistas! 💙🧩 📢 Compartilhe esta informação e ajude a espalhar a conscientização!
🕒 Funcionário público com filho com TEA pode reduzir a jornada sem redução de salário! 💙 Você sabia que funcionários públicos que são pais ou responsáveis por crianças ou dependentes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) têm o direito de solicitar a redução de 50% da jornada de trabalho sem impacto no salário? ✅ O que diz a lei? Esse benefício está garantido pelo Estatuto da Pessoa com Deficiência e por regulamentações específicas para servidores públicos. O objetivo é dar suporte às famílias, permitindo que pais e responsáveis possam dedicar mais tempo aos cuidados necessários. 📌 Como solicitar? 1️⃣ Apresente um relatório médico detalhado comprovando o diagnóstico de TEA. 2️⃣ Formalize o pedido junto ao setor responsável na sua repartição. 3️⃣ Caso haja dificuldade ou negativa, procure orientação jurídica para garantir seu direito. 💡 Atenção, servidor: Esse é um direito que faz a diferença na vida das famílias e deve ser respeitado! 💪💙 📩 Quer saber mais sobre como garantir esse benefício? Fale conosco e lute pelos seus direitos!
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Quem vai cuidar do seu caso

TSA | Tenorio da Silva Advocacia: advogado especialista no direito dos neurodivergentes

O TSA | Tenorio da Silva Advocacia é um escritório com atuação nacional especializado em Direito da Saúde e Direito Médico. Representa pessoas neurodivergentes e suas famílias em ações judiciais para garantia de terapias, medicamentos, educação inclusiva e benefícios negados por planos de saúde, pelo poder público e por instituições de ensino.

O escritório é liderado pelo advogado Evilasio Tenorio (OAB/PE 31.019), titular de LL.M. em Direito Médico e da Saúde pela UNICAP, membro da Comissão de Direito da Saúde da OAB/PE e coautor de obras jurídicas publicadas pela Editora Foco.

O atendimento é presencial em Recife e online para clientes de qualquer estado do Brasil. O escritório atua com prioridade de análise nos casos que envolvem crianças e adolescentes em fase crítica de desenvolvimento, reconhecendo que o tempo é determinante nesses casos.

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OAB/PE 31.019

Evilasio Tenorio, advogado com atuação em Direito Médico e da Saúde

LL.M. em Direito Médico e da Saúde

Universidade Católica de Pernambuco — UNICAP

Comissão de Direito da Saúde — OAB/PE

Membro da Comissão de Direito da Saúde da OAB/PE

Coautor de obras jurídicas

Obras publicadas pela Editora Foco na área de Direito da Saúde

Sede em Recife, atuação nacional

Rua Dr. Raul Lafayette, 191, Sala 707, Boa Viagem — atendimento online em todo o Brasil

Por que a escolha do advogado importa

Por que contar com um advogado com atuação em Direito dos Neurodivergentes

Casos envolvendo neurodivergência exigem conhecimento de um conjunto normativo específico, sensibilidade para compreender a realidade do paciente e estratégia para enfrentar argumentos padronizados usados por planos de saúde, escolas e órgãos públicos. Um advogado generalista pode não dominar as particularidades que fazem a diferença na construção do pedido de liminar.

Conhecimento do arcabouço legal específico

A Lei Berenice Piana, a Lei Brasileira de Inclusão, a Convenção da ONU sobre Direitos das Pessoas com Deficiência, a Lei 14.454/2022 e os precedentes do STJ sobre carga horária de terapias formam um conjunto normativo que precisa ser articulado corretamente no pedido judicial. O enquadramento legal varia conforme a condição e o direito pleiteado, o que exige avaliação individualizada.

Identificação correta do réu e da estratégia

Em casos de neurodivergência, a ação pode ser proposta contra o plano de saúde, contra o Estado, contra o Município, contra a escola ou contra mais de um réu ao mesmo tempo, dependendo do direito violado. Escolher o réu errado ou a estratégia inadequada pode comprometer a velocidade e a eficácia da liminar.

Orientação sobre laudo e relatório terapêutico

O laudo diagnóstico e o relatório terapêutico são os documentos centrais do pedido de liminar. O advogado com experiência em casos de neurodivergência sabe o que esses documentos precisam conter para sustentar a urgência. Quando estão incompletos, orienta o médico e o terapeuta sobre o que acrescentar antes de protocolar a ação.

Acompanhamento do cumprimento da decisão

Planos de saúde e órgãos públicos frequentemente tentam cumprir a liminar de forma parcial: autorizam menos sessões, exigem clínica credenciada inexistente ou impõem coparticipação indevida. O advogado monitora o cumprimento e atua imediatamente para garantir que a decisão seja cumprida na sua integralidade.

Visão do conjunto de direitos disponíveis

Além das terapias, a pessoa neurodivergente pode ter direito a BPC/LOAS, isenções fiscais, educação inclusiva com suporte adequado, adaptações no trabalho, passe livre e outros benefícios. O advogado com experiência na área identifica quais direitos se aplicam ao caso concreto e orienta sobre como acessá-los, judicial ou administrativamente.

Suporte à família em um processo que já é desgastante

Famílias de pessoas neurodivergentes já acumulam uma carga significativa de cuidado, adaptações e burocracia cotidiana. Ter que compreender ainda contratos de plano de saúde, legislação educacional e prazos processuais é um peso que não deveria ser seu. O advogado assume essa responsabilidade para que a família possa focar no que realmente importa.

Áreas de Atuação:

Direito da Saúde

Auxílio completo para usuários de planos de saúde e do SUS, para a garantia de tratamentos médicos.

Direito Médico

Defesa dos interesses de Médicos, Dentistas e Profissionais da Saúde, bem como empresas do setor.

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